Destaques do Dia

Colhemos o que plantamos. Não é um papo sobre jardinagem.

Quando a gente escuta a velha máxima de que "colhemos exatamente o que plantamos", o pensamento automático costuma voar para um canteiro de alfaces, para as mudinhas de tempero na janela da cozinha ou para aquela rosa que insiste em desabrochar na primavera. Mas, entre nós, o buraco é muito mais embaixo — ou melhor, muito mais dentro da gente. A nossa vida cotidiana é o verdadeiro solo fértil, e as sementes que espalhamos por aí não vêm em saquinhos de papel pardo comprados na floricultura do bairro; elas vêm disfarçadas de atitudes, palavras ditas no calor do momento, silêncios prolongados, escolhas diárias e, principalmente, da intenção que colocamos em cada passo que damos. Pense bem sobre o que você tem regado na sua rotina nas últimas semanas. Se a gente passa os dias cultivando a reclamação, a pressa crônica, o julgamento alheio e a falta de paciência com as pequenas intempéries do destino, seria muita ingenuidade esperar que brotassem margaridas de paz e tranquilidade ...

Atitude Mulher, Atitude!