Quantas vezes nos deparamos com a velha pergunta: "Café? Com açúcar ou sem?". Uma escolha simples, mas que carrega consigo preferências e até mesmo um certo apreço pela pureza do sabor . E não é curioso como essa mesma dualidade se aplica, de forma tão rica, às pessoas que cruzam o nosso caminho? Assim como um grão de café cultivado com esmero, colhido no tempo certo, torrado com cuidado e embalado com atenção revela uma doçura natural que dispensa qualquer adição, existem pessoas que irradiam leveza e bondade em sua essência. Sua índole é boa, suas atitudes são positivas, e a companhia delas flui com uma doçura intrínseca, sem a necessidade de "adoçantes" para torná-las palatáveis. São aquelas presenças que aquecem o coração e inspiram a nossa jornada. Por outro lado, quando o café chega à nossa xícara com um amargor excessivo , uma acidez incômoda , sentimos a necessidade imediata de recorrer ao açúcar para torná-lo suportável. Da mesma forma, quando nos encontr...
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