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O vinho azedou e o relacionamento também. O que fazer?

Existe uma cena clássica que todo bom enófilo conhece bem: você guarda aquela garrafa especial esperando a ocasião perfeita, abre a tampa com todo o ritual do mundo, serve a taça, dá o primeiro gole e... surpresa desagradável. O vinho azedou . A química falhou, o oxigênio agiu onde não devia, o tempo passou do ponto e o que era para ser néctar virou vinagre. A grande questão é que, por mais doloroso que seja admitir, o mesmo fenômeno acontece de vez em quando com os nossos relacionamentos. A gente começa a história com rótulos brilhantes, promessas doces, expectativas elevadas e um aroma de final de semana eterno. Mas, com o passar dos anos, o cotidiano vai agindo, as pequenas negligências se acumulam, a comunicação azeda e o sabor da convivência já não desce mais redondo. Quando percebemos que o vinho da relação azedou, o primeiro instinto costuma ser a negação. A gente insiste em sacudir a taça, finge que o gosto estranho é "só impressão" e continua brindando ao nada, com...

Café e amizade. Quando essa história rendeu um dos melhores blends da história brasileira.

Raio-X Definitivo: Flávio Nantes Bolsonaro vs. Luiz Inácio Lula da Silva – Trajetória, Patrimônio, Escândalos e Propostas