Destaques do Dia

A Grande Festa do 31 de Outubro: Quando o Saci fuma um rolimã, a Bruxa benze o café e a Reforma sacode o terreiro!

Minha querida, meu querido leitor e leitora do Papo com a Gú , feche os olhos por um segundo e pense no dia 31 de outubro. O que vem na sua cabeça? Abóboras iluminadas, chapéus pontudos, vassouras voadoras, garotos correndo atrás de doces? Pois é, o Halloween dominou o imaginário popular, e tudo bem, eu adoro uma boa fantasia e o lúdico da data. Mas e se eu te contar que esse mesmo dia 31 guarda uma salada cultural tão rica, revolucionária e brasileira quanto um bom café coado na hora? Pois é! No exato mesmo dia em que o mundo veste capa preta para celebrar o Dia das Bruxas, o Brasil inteiro (ou pelo menos deveria) abre espaço para o nosso querido, traquina e rebelde Saci-Pererê no Dia Nacional do Saci . E não para por aí: foi em 31 de outubro de 1517 que um monge chamado Martinho Lutero cravou suas 95 teses na porta da igreja de Wittenberg, dando o pontapé inicial na Reforma Protestante — um evento que mudou para sempre a história da liberdade de pensamento e da educação no mundo ...

SINDROME DE DOWN NÃO PEGA, CONTAGIA!.


21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. 

A data foi escolhida porque a alteração genética ocorre com a presença de uma cópia extra no par de cromossomos 21 na célula de um bebê, por isso também é conhecida como Trissomia 21. Apontada pela primeira vez por Langdon Down, em 1866, as pesquisas assinalam que 1 a cada 800 crianças nascem com a Trissomia, mas mesmo assim há preconceito da sociedade.
O Papo é sobre Síndrome de Down

O que é Síndrome de DOWN

A síndrome de Down (SD) é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida como trissomia 21. 
A SD foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Esta alteração genética afeta o desenvolvimento do individuo, determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria das pessoas com SD apresenta a denominada trissomia 21 simples, isto significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido como disfunção cromossômica. Existem outras formas de SD como, por exemplo: mosaico, quando a trissomia está presente somente em algumas células, e por translocação, quando o cromossomo 21 está unido a outro cromossomo.

O diagnóstico da SD se realiza mediante o estudo cromossômico (cariótipo), através do qual se detecta a presença de um cromossomo 21 a mais. Este tipo de análise foi utilizado pela primeira vez em 1958 por Jerome Lejeune.

Não se conhece com precisão os mecanismos da disfunção que causa a SD, mas está demonstrado cientificamente que acontece igualmente em qualquer raça, sem nenhuma relação com o nível cultural, social, ambiental, econômico, etc. Há uma maior probabilidade da presença de SD em relação à idade materna, e isto é mais freqüente a partir dos 35 anos, quando os riscos de se gestar um bebê com SD aumenta de forma progressiva. Paradoxalmente, o nascimento de crianças com SD é mais freqüente entre mulheres com menos de 35 anos, isto se deve ao fato de que mulheres mais jovens geram mais filhos e também pela influência do diagnóstico pré natal,que é oferecido sistematicamente às mulheres com mais de 35 anos.

Como a SD é uma alteração cromossômica, é possível realizar um diagnóstico pré natal utilizando diversos exames clínicos como, por exemplo, a amniocentese (pulsão transabdominal do liquido amniótico entre as semanas 14 e 18 de gestação) ou a biópsia do vilo corial (coleta de um fragmento da placenta). Ambos os exames diagnosticam a SD e outras cromossopatias.

Recentemente a prática médica tem incorporado métodos para a determinação do risco de ter um filho com SD, como por exemplo, o exame bioquímico, que se realiza mediante a avaliação dos níveis de substâncias químicas no sangue materno alteradas no caso da SD. Este exame se realiza entre a semana 14 e 17. A ultrassonografia também pode colaborar para detectar a SD, através dos marcadores ecográficos, principalmente da prega nucal, que pode ser medida a partir da décima semana de gestação. Estas últimas intervenções não são consideradas diagnósticas, para isso é necessário realizar os exames mencionados em primeiro lugar.

Embora as alterações cromossômicas da SD sejam comuns a todas as pessoas, nem todas apresentam as mesmas características, nem os mesmos traços físicos, tampouco as malformações. A única característica comum a todas as pessoas é o déficit intelectual. Não existem graus de SD; a variação das características e personalidades entre uma pessoa e outra é a mesma que existe entre as pessoas que não tem SD.
Cerca de 50% das crianças com SD apresentam problemas cardíacos, algumas vezes graves, necessitando de cirurgia nos primeiros anos de vida.

A intervenção médica pode acontecer com a finalidade principal de prevenção dos problemas de saúde que podem aparecer com maior frequência na SD. Queremos destacar que a SD não é uma doença e sim uma alteração genética, que pode gerar problemas médicos associados.

Devemos olhar a pessoas com SD em sua singularidade, para que possa ter um pleno desenvolvimento enquanto sujeito.

Respeito e Amor.
Basta de preconceito.
Beijo da Gu

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