Existem dias em que a gente passa tempo demais tentando caber em caixas que nunca foram feitas para as nossas medidas. Seja em um relacionamento que pede para o nosso amor minguar, em amizades que pesam mais do que abraçam, ou em situações profissionais que diminuem o nosso valor, o erro nunca é o tamanho do nosso sonho—é a insistência em abaixar a cabeça para enxergar o raso. A vida é um convite constante para a expansão, e aceitar migalhas de afeto, de respeito ou de consideração é um desperdício imperdoável da nossa própria essência. É preciso ter a coragem serena de olhar para o que nos é oferecido e simplesmente decidir não se curvar diante do que é menor do que a nossa grandiosidade.
Manter a coluna erguida e o coração altivo não é sinônimo de soberba, mas de profundo respeito próprio. Quando compreendemos o nosso valor, percebemos que não precisamos nos diminuir para caber no mundo de ninguém. As pessoas que realmente somam na nossa jornada são aquelas que caminham ao nosso lado, na mesma frequência, dispostas a olhar nos olhos e a crescer juntas. Se alguém exige que você rasteje para merecer um espaço na vida dela, lembre-se de que voar exige altitude, e quem nasceu para ver o horizonte não pode se contentar com o chão de terra batida. Portanto, sacuda a poeira da autocrítica, ajuste a coroa invisível que toda mulher madura e dona de si carrega, e siga em frente. Se não estiver à sua altura, simplesmente não agache; deixe ir o que é pequeno e abra espaço para a imensidão que você merece viver.Até a próxima !
Fontes de referência: Reflexões cotidianas, vivências e desenvolvimento pessoal.
