Minha querida, meu querido leitor e leitora do Papo com a Gu , abri meu coração aqui hoje para falar de um sentimento que muitas vezes a gente carrega com um peso que não é dele. Vamos falar de saudade . Mas não daquela dor que aperta o peito e suga a nossa energia, não. Vamos falar da saudade boa, aquela que aconchega, que sorri e que dança na memória. Neste final de semana, o calendário marca uma data muito íntima e cheia de significado: 17 de outubro. É o aniversário da minha amada mãe, que partiu para outra morada, deixando no ar um perfume eterno de carinho e coragem. É o primeiro aniversário dela que passo sem a presença física, mas quer saber a mais pura verdade? Eu não sinto dor. O que transborda aqui dentro é uma saudade gigante, daquelas que abraçam a alma. Eu fecho os olhos e consigo reviver cada detalhe. Escuto o som da risada dela, lembro das brincadeiras, daquele jeitinho danadinho e único que só ela tinha de fazer certas coisas e resolver o mundo. Reviver essas memó...
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