O Carnaval é a festa das máscaras, mas a vida real nos pede, cada vez mais, o rosto limpo. Existe uma beleza singular em deixar cair os disfarces que a sociedade nos impôs por décadas. Ser feliz de verdade é ter a coragem de ser quem somos, com nossas rugas de riso, nossas histórias e nossa bagagem, sem precisar performar uma perfeição inexistente. A felicidade genuína não cabe em um figurino apertado. Ela precisa de espaço para respirar, para errar e para se refazer. Quando trocamos a máscara da " mulher que dá conta de tudo " pela realidade da mulher que cuida de si, o peso nos ombros diminui significativamente. O amor-próprio é, acima de tudo, um ato de honestidade com o próprio coração. Nesta época de folia, é fácil se perder no barulho alheio. No entanto, o blogueiro e o escritor sabem que o melhor conteúdo nasce do silêncio e da observação. A felicidade não é um grito; muitas vezes, ela é um sussurro de satisfação ao final de um dia produtivo ou de uma tarde de leitur...
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