10 Personagens Femininas mais Marcantes da Literatura



A mulher sempre teve papel de destaque em todos segmentos.
Na literatura não seria diferente.
Mesmo o Universo Masculino querendo esconder suas conquistas e feitos, a história se encarrega de deixar registrados os nomes dessas mulheres incríveis.
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Alguns dos melhores personagens da história da literatura são mulheres. Das vilãs às heroínas, elas apresentam personalidades corajosas e cativantes, permanecendo na memória dos leitores. A Revista Bula realizou uma enquete para saber quais são, na opinião do público, as personagens femininas mais marcantes da literatura mundial. As dez mais votadas foram reunidas em um ranking. Entre as preferidas dos leitores, estão a ousada Scarlett O‘Hara, protagonista de “E o Vento Levou”, romance que se tornou um grande sucesso também nas telas de cinema; e a ambiciosa Lady Macbeth, de “Macbeth”, considerada uma das mais ilustres vilãs da história.

Anna Karenina — Anna Karenina (1877), de Lev Tolstói
Anna Karenina é a protagonista de um dos romances mais populares da literatura. Na história, ela é uma aristocrata da Rússia Czarista que parece ter tudo: beleza, riqueza, popularidade, um filho amado e um bom casamento. Mas, a verdade é que Anna sente-se infeliz, até conhecer o impetuoso oficial Conde Vronsky, por quem se apaixona. Ignorando todas as consequências, Anna decide viver um romance com Vronsky.

Lady Macbeth — Macbeth (1606), de William Shakespeare
Considerada uma das mais perfeitas vilãs de toda a história, Lady Macbeth é uma mulher que não mede esforços para chegar onde deseja. O romance de Shakespeare narra a vida de Macbeth, um general escocês que defende lealmente o rei Duncan. Ao voltar de uma batalha, ele se depara com três bruxas que o lançam uma profecia: ele se tornará rei. O general conta o episódio para sua esposa, Lady Macbeth, e, impelido por ela, assassina o rei.

Emma Bovary — Madame Bovary (1977), de Gustave Flaubert
No romance “Madame Bovary”, a jovem Emma deseja se casar para ascender socialmente. Ela se une ao médico Charles e os dois se mudam para uma cidade do interior. Leitora ávida de romances, Emma se frustra com o tédio da vida conjugal. Logo, começa a trair seu marido. As fantasias de Emma romperam com o moralismo da sociedade da época e sua constante insatisfação deu origem ao termo “bovarismo”: a incapacidade de se adaptar à realidade.
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Jane Eyre — Jane Eyre (1847), de Charlotte Brontë
A personagem Jane Eyre, ao buscar uma vida mais próspera do que a sociedade inglesa do século 19 permitia às mulheres, tornou-se uma heroína da literatura. O romance, que leva o mesmo nome da protagonista, narra a história da jovem que, aos 18 anos, decide abandonar a instituição de caridade onde foi criada para trabalhar em Thornfield Hall, onde se apaixona pelo irônico e arrogante Edward Rochester, o dono da mansão.

Scarlett O’Hara — E o Vento Levou (1936), de Margaret Mitchell
Scarlett O’Hara é narrada como uma bela jovem que não se importa em quebrar as regras impostas pela sociedade de sua época. O romance de Margaret Mitchell conta a história de transformação de Scarlett: de adolescente impetuosa e mimada a uma mulher prática, apaixonada e disposta a tudo para conseguir o que deseja. O livro ganhou o prêmio Pulitzer de 1937 e sua adaptação para os cinemas, em 1939, foi indicada a 13 Oscars.

Elizabeth Bennet — Orgulho e Preconceito (1813), de Jane Austen
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Também chamada de Lizzy, Elizabeth Bennet é a protagonista de um dos livros mais aclamados da inglesa Jane Austen. No romance, ela vive com os pais e suas quatro irmãs no campo. Por ser a filha mais velha, enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Elizabeth se apaixona por Mr. Darcy, um amigo de Mr. Bingley, o noivo de uma de suas irmãs. Mas, a natureza reservada e orgulhosa de Darcy faz com que Elizabeth se afaste.

Emma Woodhouse — Emma (1805), de Jane Austen
Dona de um gênio singular, Emma Woodhouse é a única personagem de Austen a ter o seu nome como título de uma obra. Emma é uma mulher de 21 anos, bela, rica e intelectual. Com o falecimento da mãe, ela assume o papel de administradora da casa e se vê obrigada a amadurecer ainda jovem. Jurando que será para sempre solteira, ela se comporta como uma casamenteira entre seus conhecidos. Mas, quando o amor surge em sua vida, Emma não consegue reconhecê-lo.

Dolores Haze — Lolita (1955), de Vladimir Nabokov
Dolores Haze é uma garota de 12 anos, personagem de “Lolita”, um dos mais importantes romances do século 20. Polêmico e irônico, o livro narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um intelectual de meia-idade, por Dolores, também chamada de Lolita. Humbert se casa com a mãe da garota e, após a morte da mulher, começa a se relacionar com Lolita. Para evitar que a jovem fuja, ele a manipula com dinheiro e presentes, em troca de favores sexuais.

Scout Finch — O Sol é Para Todos (1960), de Harper Lee
Scout, apelido de Jean Louise Finch, é a narradora da obra que venceu o Prêmio Pulitzer em 1961. Na história, Scout é filha de Atticus Finch, um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher, nos Estados Unidos. O ano é 1930, época da grande depressão, um agravante para as tensões sociais. Ao longo do livro, Scout, uma jovem inteligente e observadora, reflete sobre a ignorância e o preconceito dos moradores de sua cidade, Maycomb.

Hermione Granger — Saga Harry Potter (1997-2007), J. K. Rowling
Hermione Granger é uma personagem famosa em todo o mundo, graças à saga da qual faz parte. Ela se destaca entre os outros dois protagonistas, Harry e Rony, não apenas por sua genialidade, mas também por sua coragem e determinação. Os livros narram a vida de Harry Potter, um garoto que, aos 11 anos, descobre ser bruxo. Ele vai estudar em Hogwarts, uma escola de magia, onde aperfeiçoa seus poderes e conhece Rony e Hermione, que se tornam seus melhores amigos.

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Beijo da Gu

www.revistabula.com/ Mariana Felipe

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