A "conchinha técnica" pode ser a solução: mantenham o contato apenas em pontos estratégicos, como os pés ou as mãos, deixando o resto do corpo livre para a circulação de ar. O afeto está lá, mas a troca excessiva de calor, não.
Outra tática é o uso inteligente do ventilador. Em vez de apontá-lo diretamente para o casal, coloque-o na frente de uma janela aberta para puxar o ar fresco de fora, ou faça o fluxo de ar circular por todo o quarto de forma indireta.
Tomar um banho frio juntos antes de deitar não é apenas romântico, mas funcional. Baixa a temperatura dos corpos e prepara o terreno para um sono mais tranquilo, mesmo que o contato físico seja breve antes de cada um procurar seu canto fresco da cama.
Lembre-se: amar também é respeitar o espaço térmico do outro. Se um dos dois está sofrendo mais com o calor, o ato de amor pode ser justamente dar um pouco de distância para que ambos consigam descansar e acordar bem no dia seguinte.
No fim das contas, o amor não se mede pela proximidade física constante, mas pela cumplicidade em sobreviver às noites tropicais. Se vocês riem do próprio suor e dividem o último cubo de gelo, o relacionamento está mais do que sólido.

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Leio e respondo.
Beijo da Gu