O amor-próprio é frequentemente confundido com egoísmo, mas na verdade é o alicerce para qualquer relacionamento saudável. Não podemos oferecer aos outros o cuidado e o respeito que negamos a nós mesmos.
Praticar o amor-próprio começa com a fala interna. Como você conversa com você mesma quando comete um erro? Substituir a autocrítica feroz pela autocompaixão é o primeiro passo para a cura emocional.Estabelecer limites é outra forma profunda de amor-próprio. Aprender a dizer "não" para demandas que drenam sua energia é dizer "sim" para sua saúde mental e para o seu tempo pessoal.
Cuidar do corpo não por estética, mas por funcionalidade, é um exercício de gratidão. Alimentar-se bem e movimentar o corpo são formas de agradecer ao veículo que permite que você viva suas experiências.
Reservar momentos de solidão produtiva é essencial para se reconectar com seus próprios desejos. Seja ler um livro, fazer um curso ou apenas contemplar o nada, esse tempo é sagrado e inegociável.
Perdoar o seu passado é libertador. Reconhecer que você fez o melhor que pôde com as ferramentas que tinha na época retira um peso enorme dos ombros e permite focar no presente.
O amor-próprio também se manifesta na escolha de quem nos rodeia. Manter por perto pessoas que nos incentivam e respeitam nossa essência é uma forma de proteger nossa própria luz.
No fim, amar a si mesmo é uma jornada contínua, não um destino. É decidir, todos os dias, que você é sua prioridade e que merece a mesma gentileza que distribui generosamente ao mundo.
Gu Ferrari
Fontes: Psicologia Humanista; Autores como Brené Brown sobre vulnerabilidade e autoestima.

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Beijo da Gu