Superar não é um evento mágico que acontece de um dia para o outro; é uma construção feita de tijolos pequenos e, muitas vezes, pesados. Quando a vida nos derruba — seja pela perda de alguém que amamos, ou por um desafio profissional que parecia insuperável — o primeiro instinto é paralisar. Mas a superação mora justamente na decisão de levantar, mesmo com as pernas trêmulas, e arrumar a cama, fazer o café e encarar o espelho.
Para quem vive e escreve, ( meu caso)essa fase é um laboratório de humanidade: aprendemos que a nossa força não vem da ausência de falhas, mas da capafalar de superação é validar o esforço de quem está tentando. É mostrar que a vida não volta a ser o que era — ela se torna algo novo, com cicatrizes que contam uma história de sobrevivência. A reconstrução é o trabalho mais digno que existe, pois é nele que descobrimos que, embora o solo tenha tremido, nossa base permanece firme.cidade de integrar essas falhas à nossa nova identidade.
Aqui no blog falar (escrever) de superação é validar o esforço de quem está tentando. É mostrar que a vida não volta a ser o que era — ela se torna algo novo, com cicatrizes que contam uma história de sobrevivência. A reconstrução é o trabalho mais digno que existe, pois é nele que descobrimos que, embora o solo tenha tremido, nossa base permanece firme.
Fontes: Tedeschi & Calhoun (Crescimento Pós-Traumático); Viktor Frankl (Em busca de sentido); Psicologia Positiva.

Comentários
Postar um comentário
Deixe seu comentário aqui.
Leio e respondo.
Beijo da Gu