Cozinhar na maturidade é um ato de liberdade. Já passamos da fase de seguir receitas rígidas só para agradar os outros. Agora, a cozinha é o nosso laboratório de prazer. E quando o cansaço bate, ou o corpo pede algo mais leve, as sopas e caldos são os protagonistas perfeitos. Mas não estamos falando de sopinhas sem graça de hospital! Estamos falando de caldos ricos, texturizados e cheios de camadas de sabor.
A sopa tem uma simbologia de acolhimento universal. É o prato que nutre o corpo enquanto acalenta o espírito. Preparar um caldo do zero, deixando os legumes dourarem na panela antes de colocar a água, é criar uma base de sabor que nenhuma caixinha industrializada consegue copiar. É o "Slow Food" aplicado ao nosso cotidiano. Além disso, para nós, é a melhor forma de garantir uma noite de sono tranquila, sem a sensação de peso no estômago, mas com a satisfação de uma refeição completa.
Receita de Autoridade: Caldo de Mandioquinha com Alho-Poró e Gergelim. Refogue o alho-poró na manteiga de garrafa até murchar. Adicione a mandioquinha em cubos e cubra com caldo de legumes caseiro (água, cenoura, cebola e salsão). Cozinhe até ficar macio, bata tudo com um mixer para ficar aveludado e finalize com gergelim tostado e um fio de azeite trufado. É um jantar de restaurante na sua mesa.
Convite: Enquanto o seu caldo apura, que tal ler uma história inspiradora? Meu livro infantil "Cada Um Do Seu Jeitinho e Tudo Bem" na Amazon ensina valores que começam na mesa da família.
Pesquisa e Referências:
Fonte: Escola de Saúde de Harvard e princípios da Gastronomia Funcional.

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Leio e respondo.
Beijo da Gu